Cometer erros faz parte da natureza humana. Até mesmo os mais bem-sucedidos empresários do mundo são falíveis e, vez ou outra, tomam decisões que não são as melhores, o que acaba prejudicando os seus negócios.

A diferença é que pessoas bem-sucedidas aprendem com seus erros e trabalham para evitar que eles aconteçam novamente. As outras, no entanto, continuam tomando atitudes que são prejudiciais e, por isso, não alcançam o sucesso.

Os erros que as pessoas pobres cometem com o dinheiro são mais comuns do que imaginamos e, se pretende evitá-los, este artigo foi feito para você! Acompanhe o nosso post e conheça 5 erros cometidos pelas pessoas pobres com o dinheiro!

O conceito de “pessoa pobre”

Vamos começar o nosso artigo explicando o conceito de pessoa pobre. Ao contrário do que muitos pensam, definitivamente, o que define a pobreza de uma pessoa não é seu salário mensal ou seu patrimônio.

Se você se preocupa com o tamanho do seu rendimento, provavelmente está inserido no que Robert Kiyosaki, autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre”, chama de corrida dos ratos.

A corrida dos ratos representa o fluxo de vida em que a maioria das pessoas se encontra e que pode ser comparado ao exercício interminável e autodestrutivo dos ratos de laboratório correndo em suas rodas e labirintos.

Esse fluxo abrange desde a educação em uma boa escola e faculdade até a conquista de um bom emprego e uma promoção profissional. Mesmo realizando tais feitos, as pessoas continuam acumulando dívidas, sendo infelizes e não saindo do lugar.

Aqueles que acreditam que pessoas pobres são as que não têm dinheiro estão enganados. A falta de dinheiro é algo temporário e relativamente simples de ser resolvido. É um estado momentâneo, conhecido popularmente como “estar quebrado”.

No entanto, ser pobre está relacionado diretamente com a maneira de pensar e com o comportamento financeiro da pessoa. Estar sempre no controle da situação, acreditar no próprio potencial e assumir a responsabilidade por tudo que ocorre na vida são algumas das diferenças da mentalidade entre uma pessoa rica e uma pessoa pobre.

Pessoas pobres estão sempre culpando as circunstâncias e o destino pela sua condição temporária de falta de dinheiro, enquanto as ricas mentalizam soluções para mudar esse cenário.

Isso sem falar sobre o comportamento financeiro inadequado, que é o principal pilar sustentador do conceito de pessoa pobre.

Os 5 erros que pessoas pobres cometem com o dinheiro

1. Não ter objetivos financeiros claros

Quando não se tem objetivos bem definidos e determinados, o resultado final é sempre o mesmo: não se chega a lugar algum.

O primeiro passo para sair das dificuldades financeiras é estipular um objetivo ou meta para nortear suas finanças, como definir uma quantia para poupar para a aposentadoria.

Dessa forma, você pode garantir que estará seguindo o caminho ideal para acumular dinheiro ao invés de gastá-lo, ou seja, trilhando o percurso da riqueza e evitando dívidas.

2. Acumular dívidas

Acumular dívidas e entrar no famoso efeito “bola de neve” é um dos principais erros cometidos pelas pessoas pobres.

Sabemos que o ímpeto consumista, por vezes, nos faz comprar coisas das quais nem sempre realmente necessitamos.

Criar dívidas com cartões de crédito e financiamentos de imóveis e veículos, por exemplo, é cada vez mais comum no Brasil e, infelizmente, existem pessoas que cometem o terrível erro de manter várias pendências ao mesmo tempo.

Nesse caso, a incidência de juros atrás de juros vai jogar você de cabeça na bola de neve das dívidas.

Portanto, procure mudar sua mentalidade, endivide-se o mínimo possível e, caso realmente seja necessário, atente para não manter (de maneira alguma!) muitas dívidas ao mesmo tempo.

3. Não ter reserva de emergência

Pessoas pobres gastam tudo que ganham e, por isso, não são capazes de poupar dinheiro para nenhuma finalidade.

A existência de um fundo de emergência representa um proteção contra os riscos inerentes da vida, como uma demissão inesperada e o esgotamento repentino da fonte de renda.

Se isso acontecer, como você vai conseguir sobreviver e sustentar sua família, já que gasta tudo que ganha? Reflita sobre isso e ajuste seus custos de acordo com o seu salário, lembrando sempre de poupar uma quantia para sua reserva de emergência. Dessa forma, você estará protegido contra os imprevistos da vida.

4. Sempre financiar os sonhos de consumo

O financiamento é, hoje, a modalidade mais utilizada pelos brasileiros para comprar veículos. Talvez por isso, possamos perceber que o número de endividados no país cresce exponencialmente.

A facilidade de acesso a essa modalidade é a grande responsável por isso. As pessoas pobres têm senso imediatista, e o pior erro que alguém pode cometer é investir sem se planejar.

Caso você realmente necessite comprar um carro ou um imóvel, não caia na tentação de contratar um financiamento. Ao fazê-lo, é muito provável que você pague praticamente o dobro ou o triplo do valor de mercado por causa dos juros.

Planeje-se para a compra com alguns anos de antecedência e faça o dinheiro render. Assim, além de você não pagar os juros exorbitantes cobrados pelas instituições bancárias, ainda vê seu dinheiro se multiplicar sem nenhum esforço enquanto está investido.

5. Não aprender com os erros

Aqui está a principal diferença entre as pessoas pobres e as bem-sucedidas financeiramente.

É natural que erros sejam cometidos ao longo da vida, principalmente em um país onde a educação financeira não é parte da cultura. Então não se culpe se, por acaso, você se endividou ou não soube qual investimento fazer com o seu precioso e suado dinheiro e, por isso, resolveu gastá-lo.

Entretanto, aprenda com seus erros! Não deixe que eles se repitam. Pessoas pobres erram e continuam cometendo o mesmo erro. Pessoas ricas também cometem deslizes, mas aprendem com eles e nunca mais os repetem.

Portanto, cabe a você decidir de qual lado quer ficar.